Concordo bastante com os ítens expostos e acredito que quase todos os desenvolvedores assumem estas falácias até que o erro seja apontado. Sistemas importantes para clientes com apenas acessos remotos, serviços de acesso a internet 100% disponíveis, backups diários, etc. Segue o texto:
Essencialmente todos, ao desenvolver a primeira aplicação distribuída, assumem os 8 itens seguintes como verdade. Todos se provam falsos ao longo do tempo, e estes erros causam problemas graves e aprendizados dolorosos.
Ao tentar instalar o rails no Ubuntu 9.10 me ocorreu de ter que instalar o rails via gerenciador de pacotes e sobrescrever o rubygem. Vejamos o que eu fiz:
Instalei o ruby juntamente com o rubygems via gerenciador de pacotes.
Atualizei o rubygems.
Instalei o gemcutter.
Instalei o rails.
Ao tentar criar um projeto apresentava que o comando rails não era reconhecido e precisava instalar via apt-get.
Ao término da instalação verifiquei que a versão do repositório era 2.2.3 e do meu gem list era 2.3.5. Ao criar um novo projeto foi se utilizado a versão 2.2.3. Para que isto não ocorre-se mais fiz os seguintes passos:
Renomiei o arquivo bin do rails que esta na pasta /usr/bin/ com nome rails para rails-old, por exemplo.
Listei as minhas gems com o parâmetro -d para detalhes e saber onde estava instalado o rails.
Criei um link simbólico dentro da pasta /usr/bin com o nome rails para a pasta o bin do rails.
Pronto! Apenas isto. Agora os projetos em rails já estão usando o rails do meu rubygems. Agredecimento a @maxlima pelo auxílio nas mudanças.
Os últimos dois anos houve uma maior ligação entre desenvolvedores e designers. Novas funções foram atribuidas para cada membro. Uma delas é a implantação de efeitos básicos com a utilização de javascript.
Algumas empresas já acreditam que esta nova tarefa já deva ser incumbida aos designers, o que trás alguns pontos positivos como, por exemplo, melhor criação do layout devido ao conhecimento das ações que podem ser criadas. Mesmo com a chega de ótimos frameworks como o Prototype e Jquery alguns designers se sentem intimidados pela sintaxe dos mesmos.
Para facilitar foi desenvolvida a ferramenta IxEdit (atualmente é Publica e Beta). A ferramenta em questão é carrega junto a sua página através de um swf e realizará a construção de código através da inspeção do código e depois lhe dando o código desejado. A manipulação de DOM se faz de uma forma extremamente fácil. Para maiores informações por gentileza acessar o site da ferramenta.
Com este código você estará iniciando um serviço no seu servidor com o provável endereço http://localhost:8808/ com todas as suas gem listadas e links para os rdocs, acesso local, e documentação online. Porém muitos podem achar a documentação um pouco cansativa devido a inexistência de busca (apenas a do próprio browser).
Para quem tiver sempre com acesso a internet temos:
APIdock - documentação de ruby e ruby on rails
Rails Searchable API Doc (beta)
Este último vale uma ressalva devido a possibilidade de poder baixar o código fonte. Existem outras fontes tão boas quanto as indicadas. Porém não irei comentar aqui, caso você conheça alguma, por favor, comente!
A palavra foi criado pela MestreSEO e tem o seguinte significado:
Nanuni Kokoritu é uma raça de cachorros muito rara, que teve sua origem no Nepal. Eles são cachorros pequenos e amáveis, que nunca abandonam o seu dono e entram em depressão no caso de morte do dono. Ter um Nanuni Kokoritu como companheiro é considerado sagrado pelos moradores do Nepal e não é permitido maltratar tal tipo de animal.
Hoje conversando com um um profissional de web foi me perguntado:
Caso eu tenha um site com mais de um idioma, tomando que as urls sejam iguais, como faço para que ele dentro de uma parte do site, por exemplo a página institucional, o usuário clicar para mudar o idioma como faço para retornar para a página institucional ?
Por um momento pensei rápido e logo de cara respondi:
Guardar na session a página atual e quando for modificar o idioma é só recuperar o valor.
Porém lendo o livro Ruby on Rails do Urubatan ele menciona o cabeçalho HTTP_REFERER. Após uma pesquisa no pai verifiquei que existem ferramentas que passamos todos dias que se utilizam deste cabeçalho e nem percebemos: os localizadores dos blogs. Por exemplo: ao entrar em um blog apresenta a seguinta frase: "você veio do www.google.com.br".
Fazendo um teste no PHP para ver os dados do cabeçalho percebi a veracidade da informação. Uma solução mais refinada e com melhor desempenho.
Outras funcionalidades: retaliar links indesejáveis, exposições de mensagens, manter o usuário no site logado, etc.
Quando você instala o Windows XP (eu sei, é antigo, porém é a única lisença que eu tenho) apresenta alguns aplicativos que não aparecem na opção de desinstalação:
Messenger antigo
Windows Media Player
Microsoft Outlook
Para que possa apresentar faça o seguinte:
Abra o execute e coloque : \windows\inf\sysoc.inf
Faça um replace de tudo que tiver hide por nada (vazio). Salve o arquivo.
Abra o Gerenciador de Programas. Vá na aba lateral 'Adicionar e remover componentes do Windows'.
Para quem estava tentando instalar o Adobe Air no linux e não conseguia vimos que apenas desabilitando o SELinux já resolvia, porém ao tentar instalar qualquer aplicativo Air no Fedora 12 apresenta erro com o SIGSEGV.
Atualmente estou usando o Fedora 12 Constantine na sua versão beta. O seu shell padrão e o Yakuake (shell em tela fluida para KDE) usam o bash e estava com uma configuração muito ruim:
não tinha o nome do usuário
não tinha a pasta onde me encontrava
só era ativo na conta de root
Após ver o tutorial de "Rails on Vim" pelo Fábio Akita onde no shell, além de configurado isto, estava mais o branch atual do seu git, fiquei com uma dívida nerd a se fazer.
Para quem quer deixar seu shell mais humano, vai o código:
$ sudo vi /etc/profile
No final do arquivo adicionar:
exportPS1="\u in \W $(git branch 2> /dev/null | sed -e '/^[^*]/d' -e 's/* \(.*\)/(\1)/'):"
Para quem usa o Yakuake, o seu perfil sobrescreve, deverá adicionar no enviroment do seu perfil também:
PS1=\u in \W $(git branch 2> /dev/null | sed -e '/^[^*]/d' -e 's/* \(.*\)/(\1)/'):
No último dia 11 foi anunciado novidades no analytics.
Dentro as novas métricas, filtros avançados e mobile o que me chamou a atenção foi a fase inicial para os alertas, intitulada de Analytics Intelligence.
Ele irá verificar mudanças drásticas automaticamente e lhe informar. Mudanças estas que podem ser diárias, semanais ou mensais.